quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

RETÓRICA E JUSTIÇA


Por Anderson L. Souza

Aproveitando a passagem dos professores Dr. Gilfranco Lucena dos Santos (UFPB) e Dr. Eduardo Chagas Oliveira (UEFS) no Centro de Formação de Professores / UFRB para uma banca de concurso, aconteceu mais uma edição do Café Filosófico-Científico.

Com o tema “RETÓRICA E JUSTIÇA”, nossos doutores palestrantes, com vasta bagagem filosófica, explanaram muito bem sobre o assunto proposto. O prof. Gilfranco fazia parte do corpo docente do CFP no curso de filosofia e há um ano passou para a Universidade Federal da Paraíba. O prof. Eduardo, também conhecido dos professores da casa, já havia trabalhado com muitos deles em outras ocasiões.

Coordenadora geral do projeto, a Prof.ª Dr.ª Geovana da Paz Monteiro, fez as devidas apresentações e convidou para mediar a mesa Eliene Macedo Silva, que é voluntária no Pibid de filosofia e aluna do curso. Aqui, além do texto, assino também a direção e produção do vídeo, que vem logo abaixo, trazendo a apresentação, as comunicações e alguns questionamentos feitos pelo público nesta edição do Café Filosófico-Científico.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

VII COLÓQUIO EMPIRISMO, FENOMENOLOGIA E GRAMÁTICA


Com o tema "Conhecimento e Virtude", acontece nos dias 09 e 10/12/2015, no Auditório da FFCH-UFBA, Pavilhão Raul Seixas, em São Lázaro, o VII COLÓQUIO EMPIRISMO, FENOMENOLOGIA E GRAMÁTICA. 

O Colóquio é uma promoção do Grupo de Estudos e Pesquisa Empirismo, Fenomenologia e Gramática, coordenado pelo Prof. João Carlos Salles Pires da Silva, em comemoração aos 15 anos de atividades filosóficas do próprio grupo. 

O evento conta com o apoio do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFBA e do Pronex – Filosofia e Ciências.

PROGRAMAÇÃO

DIA 09/12 – Quarta-feira
(09:30) Apresentação do Colóquio, por João Carlos Salles
(10:00) Conferência de abertura, por Ernest Sosa
(12:00) Intervalo
(14:00) "Notas sobre a moral em Descartes e Bergson", por Geovana Monteiro
(14:30) "O problema de Gettier é pré-moderno ", por Bruna Frascolla Bloise
(15:00) "Linguagem e juízo moral em David Hume", por Cainan Freitas de Jesus
(15:30) "Sobre a Necessidade nos assuntos morais", por Thiago Wesley Silva e Silva
(16:00) "A virtude política como elemento emancipatório", por Antônio Mário Dantas Bastos Filhos

DIA 10/12 – Quinta-feira
(10:00) Conferência, por David Sosa
(12:00) Intervalo
(14:00) "O fim da justificação", por Wagner Teles de Oliveira
(14:30) "Considerações sobre a noção de exemplo em Wittgenstein", por André de Jesus Nascimento
(15:00) "Método de projeção no Tractatus de Wittgenstein: algumas notas", por Thiago Andrade Ferreira Dória
(15:30) "Sobre o conhecimento: considerações à luz dos escritos reunidos no Da Certeza de Wittgenstein", por Cristiane Silva Villa Flor
(16:00) "Metáfora: a base cognitiva e experiencialista da linguagem", por Cristiane Fernandes
(16:30) "O Autor na perspectiva de Michel Foucault", por Ygor Borba

OBSERVAÇÃO: O evento é aberto ao público, sem necessidade de inscrição.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

DIZ AÍ... RICARDO PACHECO

Por Anderson L. Souza

Aqui voltamos a fazer entrevistas com temas relevantes e com personalidades marcantes, ainda que anônimas ao grande público, mas que desenvolvem trabalhos artísticos que merecem atenção.

Faz pouco tempo, conheci o músico soteropolitano Ricardo Pacheco. Participávamos como jurados num Festival Cultural aqui na cidade de Amargosa. Entre duas ou três canções percebi o talento nato do também compositor, arranjador e multi-instrumentista.

Num papo descontraído, como pretende nossas entrevistas, Pacheco nos fala do caminho que tem percorrido na música e os frutos colhidos desse amor incondicional.


domingo, 27 de setembro de 2015

RAZÃO E INTUIÇÃO


Por Anderson L. Souza

Em parceria com o PIBID de filosofia, o Café Filosófico-Científico foi até o Colégio Estadual Aldemiro Vilas Boas, em São Miguel das Matas/BA, para sua quarta edição. Realizado no dia 19/09/2015, “Razão e Intuição – A moral entre os filósofos modernos e contemporâneos” foi a base para reflexão do Prof. Me. Ricardo Henrique Andrade (CFP/UFRB) e da Prof.ª Dr.ª Geovana da Paz Monteiro (CFP/UFRB).

Assim, pudemos compreender melhor a distinção entre moral e ética, e a relação entre o pensamento do filósofo René Descartes sobre a “moral provisória” e Henri Bergson com a “moral fechada”. Comentários e questões foram feitos e respondidos a contento do público presente, composto por alunos, professores e funcionários do colégio.

Ao longo do debate, contamos com a apresentação performática de Ayla Custódio (CEAVB), vencedora do segundo lugar, na etapa regional, do Festival Cultural Estudantil 2015, realizado em Amargosa, com o texto “Ser brasileiro é massa, mas ser baiano é porreta”.


quarta-feira, 26 de agosto de 2015

CORRUPÇÃO: E EU COM ISSO?


Por Anderson L. Souza

Mais um Café Filosófico-Científico realizado em Amargosa/BA. Desta vez, com o tema “Corrupção: E eu com isso?”, o Colégio Estadual Pedro Calmon foi a sede dos debates. O assunto, considerado por muitos como polêmico, teve pontos importantes evidenciados e esclarecidos pelo Prof. Me. Miguel José da Silva e o Prof. Me. Leonardo Guimarães Leite. Ficou a cargo de Evandro Salvador Miranda, bolsista PIBID, mediar a discussão. Na organização, além de mim e Maria Cândida Neres, contamos com a colaboração efetiva de Daiane Soares dos Santos, Eliene Macedo Silva, Girlene Andrade de Assis, Maria Aucimara Ribeiro Santos que, entre outras coisas, arrumaram e decoraram o colégio de maneira propícia para receber o evento. Tudo isso coordenado pela Prof.ª Dr.ª Geovana da Paz Monteiro.

Com esse diálogo pudemos perceber que a corrupção está em todos nós e não apenas, como costumamos julgar, nos políticos. Percebemos também que uma mudança no comportamento de quem comanda o país deve, em primeira instância, ser pautada por uma mudança individual em nossas ações. Afinal, em pequenas proporções, todos nós cometemos, vez por outra, atos ilícitos em benefício próprio, aos quais costumou-se chamar de “jeitinho brasileiro”.

Enfim, a discussão foi bastante proveitosa. No entanto, confesso que senti falta dos políticos da cidade, bem como de um número maior de docentes, tanto da UFRB quanto do Colégio Pedro Calmon. A presença de políticos e mais professores certamente teria enriquecido mais ainda a discussão. Como sabemos, o tema corrupção tem sido amplamente evidenciado em casos que chegam ao grande público, despertando a ira de quem se sente lesado por quem deveria lhe representar. Por outro lado, me pergunto se temos o direito de apontar o dedo para o outro, quando percebemos e admitimos que aqui ninguém é tão inocente que não cometa seus pequenos delitos?