GUITARRA DISTORCIDA NO CARNAVAL
Tem mais novidades do guitarrista Ricardo Primata em seu canal oficial no Youtube. Internautas já podem assistir ao vídeo do workshow de Primata no festival Palco do Rock 2011.
A poucos metros da praia, em pleno domingo de Carnaval, Ricardo Primata arrebatou milhares de corações com a apresentação de faixas do seu último CD “Espelho da Alma”. Aqui conferimos a música instrumental “Código Guepardo”, que entre outras tornou a noite muito especial.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
sábado, 30 de abril de 2011
ENTRE IDAS E VINDAS
Por Led Beslard

Esta semana fui a Salvador para, além de rever meus entes queridos e desfrutar um pouco de entretenimento (o que infelizmente não encontro no vilarejo em que vivo atualmente), exigir uma providencia quanto ao meu diploma. Formei-me há quase quatro anos atrás e sempre que vou à faculdade com a esperança de receber meu documento, nunca está pronto. Desta vez, para meu contentamento e sorte dos funcionários de lá (que com certeza iam ouvir poucas e boas), o canudinho estava a minha espera.
Feliz da vida, apesar da consciência de que hoje em dia para ser jornalista ninguém mais precisa ser diplomado, fui comemorar com minha pequena. Depois de um delicioso almoço (que nos levou uma boa grana), fomos assistir a um bom filme (na verdade não foi tão bom assim, e, se quer minha dica, não vá ver “Eu sou o número 4”), visitamos um casal de amigos e seu bebê, e por fim passamos na livraria.
Quase sempre é uma alegria ir às livrarias, mesmo que não leve livro algum. Percorrer as diversas seções em busca de novidades, raridades ou até mesmo curiosidades literárias, folhear uma ou outra revista, tomar um expresso, tudo isso é bastante gratificante.
Tudo ia bem até encontrarmos uma ex-colega de faculdade (acho que posso chamá-la assim, mesmo nunca tendo estudado juntos; éramos apenas alunos da mesma instituição) trabalhando na livraria. Logo fui surpreendido por um caloroso abraço e demonstrações de intimidade que, cá pra nós, nunca existiu. Com amigos em comum, boa educação e o mínimo de cordialidade, vez por outra trocávamos algumas palavras durante os intervalos para um cafezinho, mas nada que nos tornasse grandes amigos.
Mas, tudo bem! O que realmente me deixou de saco cheio foi o fato de essa pessoa querer se vangloriar por suas conquistas pessoais, o que pra mim não representava muita coisa. Fazia questão de repetir várias vezes que estava no mestrado e que fazia isso e aquilo, como se sua declaração a elevasse a um nível muito além do normal. Bom, não estou no mestrado e minha repugnância àquela conversa nada tem a ver com inveja. Afinal, hoje não sou doutor em qualquer coisa devido às diversas escolhas que fiz na vida, não por incapacidade. Tenho uma breve impressão de que esse tipo de pessoa não consegue algo realmente significativo em sua jornada, pois se deslumbra com tão pouco apesar de achar que é tudo.
Seria injusto se minha viagem terminasse de maneira tão frustrante, foi então que nos deparamos com “Bala na Agulha (reflexões de buteco, pastéis de memória e outras frituras)”, livro de crônicas e reflexões de ninguém menos que o cantor e compositor Zeca Baleiro. Eis aqui um artista (no mais completo sentido da palavra) que admiro, acompanho e recomendo. Não bastassem suas embaladas e emocionantes canções e letras inteligentes, seus textos não fogem à regra. Com críticas apuradas e diretas, argumentos plausíveis e o seu característico humor ácido, este merece ser acompanhado de um bom vinho (bom aqui quer dizer do seu gosto). O melhor de tudo é que ainda conseguimos um desconto na compra do livro.
Ainda extasiado com a nova aventura em minha terra natal e esse valioso bem em mãos, sugiro que busquem o seu também.
Por Led Beslard

Esta semana fui a Salvador para, além de rever meus entes queridos e desfrutar um pouco de entretenimento (o que infelizmente não encontro no vilarejo em que vivo atualmente), exigir uma providencia quanto ao meu diploma. Formei-me há quase quatro anos atrás e sempre que vou à faculdade com a esperança de receber meu documento, nunca está pronto. Desta vez, para meu contentamento e sorte dos funcionários de lá (que com certeza iam ouvir poucas e boas), o canudinho estava a minha espera.
Feliz da vida, apesar da consciência de que hoje em dia para ser jornalista ninguém mais precisa ser diplomado, fui comemorar com minha pequena. Depois de um delicioso almoço (que nos levou uma boa grana), fomos assistir a um bom filme (na verdade não foi tão bom assim, e, se quer minha dica, não vá ver “Eu sou o número 4”), visitamos um casal de amigos e seu bebê, e por fim passamos na livraria.
Quase sempre é uma alegria ir às livrarias, mesmo que não leve livro algum. Percorrer as diversas seções em busca de novidades, raridades ou até mesmo curiosidades literárias, folhear uma ou outra revista, tomar um expresso, tudo isso é bastante gratificante.
Tudo ia bem até encontrarmos uma ex-colega de faculdade (acho que posso chamá-la assim, mesmo nunca tendo estudado juntos; éramos apenas alunos da mesma instituição) trabalhando na livraria. Logo fui surpreendido por um caloroso abraço e demonstrações de intimidade que, cá pra nós, nunca existiu. Com amigos em comum, boa educação e o mínimo de cordialidade, vez por outra trocávamos algumas palavras durante os intervalos para um cafezinho, mas nada que nos tornasse grandes amigos.
Mas, tudo bem! O que realmente me deixou de saco cheio foi o fato de essa pessoa querer se vangloriar por suas conquistas pessoais, o que pra mim não representava muita coisa. Fazia questão de repetir várias vezes que estava no mestrado e que fazia isso e aquilo, como se sua declaração a elevasse a um nível muito além do normal. Bom, não estou no mestrado e minha repugnância àquela conversa nada tem a ver com inveja. Afinal, hoje não sou doutor em qualquer coisa devido às diversas escolhas que fiz na vida, não por incapacidade. Tenho uma breve impressão de que esse tipo de pessoa não consegue algo realmente significativo em sua jornada, pois se deslumbra com tão pouco apesar de achar que é tudo.
Seria injusto se minha viagem terminasse de maneira tão frustrante, foi então que nos deparamos com “Bala na Agulha (reflexões de buteco, pastéis de memória e outras frituras)”, livro de crônicas e reflexões de ninguém menos que o cantor e compositor Zeca Baleiro. Eis aqui um artista (no mais completo sentido da palavra) que admiro, acompanho e recomendo. Não bastassem suas embaladas e emocionantes canções e letras inteligentes, seus textos não fogem à regra. Com críticas apuradas e diretas, argumentos plausíveis e o seu característico humor ácido, este merece ser acompanhado de um bom vinho (bom aqui quer dizer do seu gosto). O melhor de tudo é que ainda conseguimos um desconto na compra do livro.
Ainda extasiado com a nova aventura em minha terra natal e esse valioso bem em mãos, sugiro que busquem o seu também.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
"POLÍCIA PARA QUEM PRECISA"
Por Led Beslard

Ontem assisti a um show com Max Cavalera à frente da sua efetiva e próspera banda Soulfly. O DVD bônus é parte integrante da edição especial do álbum Omem, último lançado pelo grupo. Gravado no With Full Force Festival, em julho de 2009, na Alemanha, o repertório passa pelos seis discos anteriores da banda. Além de músicas de outras bandas que Max fez e faz parte, como Sepultura e Cavalera Conspiracy, respectivamente. Esta última traz de volta os irmãos Cavalera juntos em ação depois de quase 10 anos sem se falar. Só faltou uma para marcar o Nailbomb, um outro projeto de Max.
O show é muito bom. Sou suspeito de falar sobre a banda, pois acompanho a trajetória musical de Max desde os primeiros discos com o Sepultura e admiro bastante seu trabalho em todas as bandas que tocou. Mas, tietagem à parte, uma música que me chamou atenção foi "Polícia", dos Titãs. Com alguns palavrões alterando parte da letra, que é cantada em português mesmo, fiquei surpreso em saber que Max ainda toca essa música. Ela foi regravada no disco Chaos A.D. com Max ainda no Sepultura.
Coincidentemente, semanas atrás, um grande grupo composto por estudantes, professores, comerciantes e outras pessoas da comunidade de Amargosa saíram às ruas reivindicando por segurança, ou seja, pedindo por reforço policial. Atualmente, a cidade sofre com inúmeros roubos e assaltos a qualquer indivíduo, em qualquer lugar, a qualquer hora, sem qualquer pudor.
Apesar de a manifestação ter sido ordenada e muitas solicitações serem coerentes com a situação do município, alguns pedidos, como o combate às drogas, soaram um tanto hipócritas. Conheço pessoas que estavam ali que agradeceriam por terem a oportunidade de beber, fumar ou cheirar o que aparecesse no momento. Mas, o importante é que o povo se uniu e o recado foi dado. Agora é só esperar e ver se o resultado será satisfatório.
Mês que vem minha nova banda, Mandinga Delivery, fará sua primeira apresentação no Café & Cultura. Não deixarei passar a oportunidade para fazer minha manifestação pessoal e cantar uma nova versão para a composição de Tony Bellotto: Polícia para quem precisa. Polícia, Amargosa precisa de polícia… Só espero que o problema não piore. Afinal, está cada vez mais difícil saber a quem, de fato, devemos temer.
Por Led Beslard

Ontem assisti a um show com Max Cavalera à frente da sua efetiva e próspera banda Soulfly. O DVD bônus é parte integrante da edição especial do álbum Omem, último lançado pelo grupo. Gravado no With Full Force Festival, em julho de 2009, na Alemanha, o repertório passa pelos seis discos anteriores da banda. Além de músicas de outras bandas que Max fez e faz parte, como Sepultura e Cavalera Conspiracy, respectivamente. Esta última traz de volta os irmãos Cavalera juntos em ação depois de quase 10 anos sem se falar. Só faltou uma para marcar o Nailbomb, um outro projeto de Max.
O show é muito bom. Sou suspeito de falar sobre a banda, pois acompanho a trajetória musical de Max desde os primeiros discos com o Sepultura e admiro bastante seu trabalho em todas as bandas que tocou. Mas, tietagem à parte, uma música que me chamou atenção foi "Polícia", dos Titãs. Com alguns palavrões alterando parte da letra, que é cantada em português mesmo, fiquei surpreso em saber que Max ainda toca essa música. Ela foi regravada no disco Chaos A.D. com Max ainda no Sepultura.
Coincidentemente, semanas atrás, um grande grupo composto por estudantes, professores, comerciantes e outras pessoas da comunidade de Amargosa saíram às ruas reivindicando por segurança, ou seja, pedindo por reforço policial. Atualmente, a cidade sofre com inúmeros roubos e assaltos a qualquer indivíduo, em qualquer lugar, a qualquer hora, sem qualquer pudor.
Apesar de a manifestação ter sido ordenada e muitas solicitações serem coerentes com a situação do município, alguns pedidos, como o combate às drogas, soaram um tanto hipócritas. Conheço pessoas que estavam ali que agradeceriam por terem a oportunidade de beber, fumar ou cheirar o que aparecesse no momento. Mas, o importante é que o povo se uniu e o recado foi dado. Agora é só esperar e ver se o resultado será satisfatório.
Mês que vem minha nova banda, Mandinga Delivery, fará sua primeira apresentação no Café & Cultura. Não deixarei passar a oportunidade para fazer minha manifestação pessoal e cantar uma nova versão para a composição de Tony Bellotto: Polícia para quem precisa. Polícia, Amargosa precisa de polícia… Só espero que o problema não piore. Afinal, está cada vez mais difícil saber a quem, de fato, devemos temer.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
NOSSO ANIVERSÁRIO.
Por Led Beslard.

Neste 13 de fevereiro de 2011, minha querida Geovana Monteiro e eu completamos exatos 12 anos de relacionamento. Com nossos saudáveis altos e baixos, posso dizer que somos um casal feliz e com uma vida conjugal que deu certo. Não exatamente por sua duração, mas efetivamente por sua qualidade.
Comemoramos reservadamente nosso aniversário com o desejo de que muitos outros anos cheguem e continuemos juntos, do mesmo jeito que nos mantivemos até esse momento.
E para meu bem fiz uma música que registra nosso primeiro encontro e a concretização da nossa união. Aqui, segue apenas a letra e em breve todos poderão ouvir a canção por inteiro, pois já está para ser gravada. Além de transpor em letra, ritmo e melodia nossa história, tranponho também meu amor por essa doce mulher.
A música chama-se: Meu Bem
Quando percebi você sorrindo
Se divertindo entre amigos
Naquele instante disse pra mim mesmo:
Tenho que conhecê-la!
E momentos depois
Nos cumprimentamos
Conversamos por algum tempo
Mas, feliz fiquei apenas por saber seu nome...
Daquele dia em diante,
Passou a ser minha
Repetida palavra,
Estrela minha querida
Minha predileta.
Na manhã seguinte,
Já desejava revê-la
Mas em casa não se encontrava
E um telefonema após, sua voz...
Que alegria!
Nosso encontro marcado...
O beijo doce silêncio...
Serena noite à beira-mar...
Entre cardumes e estrelas...
Meu bem!
Minha querida!
Entre cardumes e estrela...
O beijo doce silêncio...
Por Led Beslard.
Neste 13 de fevereiro de 2011, minha querida Geovana Monteiro e eu completamos exatos 12 anos de relacionamento. Com nossos saudáveis altos e baixos, posso dizer que somos um casal feliz e com uma vida conjugal que deu certo. Não exatamente por sua duração, mas efetivamente por sua qualidade.
Comemoramos reservadamente nosso aniversário com o desejo de que muitos outros anos cheguem e continuemos juntos, do mesmo jeito que nos mantivemos até esse momento.
E para meu bem fiz uma música que registra nosso primeiro encontro e a concretização da nossa união. Aqui, segue apenas a letra e em breve todos poderão ouvir a canção por inteiro, pois já está para ser gravada. Além de transpor em letra, ritmo e melodia nossa história, tranponho também meu amor por essa doce mulher.
A música chama-se: Meu Bem
Quando percebi você sorrindo
Se divertindo entre amigos
Naquele instante disse pra mim mesmo:
Tenho que conhecê-la!
E momentos depois
Nos cumprimentamos
Conversamos por algum tempo
Mas, feliz fiquei apenas por saber seu nome...
Daquele dia em diante,
Passou a ser minha
Repetida palavra,
Estrela minha querida
Minha predileta.
Na manhã seguinte,
Já desejava revê-la
Mas em casa não se encontrava
E um telefonema após, sua voz...
Que alegria!
Nosso encontro marcado...
O beijo doce silêncio...
Serena noite à beira-mar...
Entre cardumes e estrelas...
Meu bem!
Minha querida!
Entre cardumes e estrela...
O beijo doce silêncio...
Assinar:
Postagens (Atom)
